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Polícia Civil prende suspeito no caso do desaparecimento de família em Cachoeirinha

Ex-marido da vítima permanecerá em prisão temporária

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Dois policiais da “POLÍCIA CIVIL” entram em um galpão ou depósito de madeira. Eles usam coletes táticos e parecem realizar uma busca. O espaço está cheio de objetos, como bicicletas, ferramentas e materiais de limpeza. A porta de madeira está parcialmente aberta, reforçando a ideia de inspeção ou investigação.
Paradeiro de três pessoas de uma família de Cachoeirinha é desconhecido desde janeiro - Foto: DCS/Polícia Civil - RS

A 2ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha prendeu temporariamente, nesta terça-feira (10/2), um suspeito de participar do desaparecimento de uma família em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O paradeiro de uma mulher, de 48 anos, e dos pais dela, de 69 e 70 anos, é desconhecido desde o fim de semana de 24 e 25 de janeiro. O suspeito é policial militar e ex-marido da vítima. Ele permanecerá em prisão temporária por 30 dias. 

Na ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Cachoeirinha, Gravataí e Canoas. Foram apreendidos objetos para auxiliar nas investigações. A conclusão dos laudos periciais tem prazo de 30 dias. 

De acordo com Anderson Spier, delegado da 1ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, as investigações sobre o desaparecimento seguem e a existência de mais de um autor não é descartada. A Polícia Civil segue levantando evidências: “Até então, não tínhamos elementos de prisão, mas eles surgiram e um mandado temporário foi efetuado”, disse o delegado Spier, durante entrevista coletiva sobre o caso, realizada na manhã de terça-feira (10/2). 

Um grupo de policiais da “POLÍCIA CIVIL” e da “BRIGADA MILITAR” entra em uma área residencial. Eles usam equipamentos táticos e estão acompanhados por um cão policial. O cenário mostra uma garagem coberta com um carro estacionado, árvores e uma casa com roupas estendidas no varal. A cena transmite uma ação coordenada de segurança ou investigação
Policiais civis contaram com apoio da Brigada Militar e do Instituto-Geral de Perícias - Foto: DCS/Polícia Civil - RS

A ação teve apoio da Delegacia de Polícia de Investigação de Pessoas Desaparecidas (DPID), vinculada ao Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O cumprimento judicial também contou com apoio da Brigada Militar e do Instituto-Geral de Perícias. 

A Corregedoria-Geral da Brigada Militar acompanha o caso. Em decorrência da prisão, o policial militar está afastado do serviço policial, conforme previsto na legislação vigente, até a conclusão das investigações.

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